Carnaval, do sagrado ao profano
Por Betto Fernandes
Como vão amigos, caros leitores? Como vocês têm estado?
Venho através desta coluna dar prosseguimento ao meu singelo trabalho aqui no jornal O Rebate. Fevereiro foi um mês cheio para mim, definitivamente. Não produzi nenhum texto, já que me ocupei com vários outros afazeres, dentre os quais, poderia citar o aniversário do meu irmão Horácio, o aniversário de meu irmão Arlog Renato Fernandes, o casamento do meu irmão Pablo, a apresentação musical minha e de minha querida amiga Barbarella Gonçalves, o meu próprio aniversário, os encontros musicais e filosóficos com o grandioso Fabrício Machado, a participação do sarau Saturnálias Poéticas no Agosto Butiquim, um excelente barzinho aqui de Belo Horizonte e, finalmente, as famigeradas festanças carnavalescas. E é justamente sobre este tradicional período que venho escrever. Apresento neste texto um ensaio sobre o carnaval. Ofereço este, a duas importantes pessoas. Uma delas é meu primo e amigo José Nascimento, que hoje completa mais um ano de vida! A outra, é Roana Vita, minha querida cunhada que a partir desta coluna será minha nova revisora. Abraços carinhosos a vocês.
Para começarmos de uma forma poeticamente nostálgica, gostaria de iniciar com uma de minhas poesias apresentadas no sarau de carnaval, citado acima. A poesia remonta a origem do carnaval, segundo alguns historiadores. Deleitem-se!
"Na Grécia antiga...
Barba com barba, seios com seios. Sexo!
Nádegas e coxas com quase tudo. Carne!
Mãos no falo e o falo em quase tudo. Vinho!
Boca nos seios, barba nas coxas e quase tudo pelo carnaval. Baco!"
A poesia remonta a origem do carnaval e a origem do carnaval remonta a história da humanidade, em longevas civilizações. Para alguns historiadores e pesquisadore
s, as raízes históricas do carnaval estão relacionadas aos bacanais gregos. Outros crêem que vem do Egito Antigo dos cultos à deusa Ísis e ao deus Osíris, em que homens e mulheres mascarados expulsavam os demônios da má colheita. Alguns, ainda, acreditam que o carnaval só se inicia efetivamente com a adoção do calendário cristão, contudo, esta ultima versão é pouco aceita entre os especialistas.
A origem da palavra carnaval também é um tanto quanto obscura. Alguns defendem que devido aos festejos das Saturnálias, homenagem ao deus Saturno, que alegravam a cidade de Roma, um carro no formato de um navio abria caminho em meio os foliões mascarados que brincavam e dançavam. Para estes, a etimologia vem daí, carrum navalis, que significa carro naval. A tese mais aceita para a origem da palavra carnaval tem origem religiosa. Vem da expressão carne levare, ou seja, afastar a carne, o que seria um período de despedida dos prazeres mundanos e carnais, já que o carnaval antecede o período triste e abstencionista da quaresma.
Divergências históricas à parte, a verdade é que o carnaval é um período importantíssimo dentro da cultura popular brasileira, que mexe com as emoções e alegra este tão sofrido povo. Este período de festejos, que foi recuperado pelo cristianismo, é regido pelo ano lunar e tem como marco oficial de início o dia de reis e como fim a quarta-feira de cinzas.
O Brasil tem forte tradição carnavalesca, mas em vários outros lugares do mundo o carnaval é também muito tradicional e animado. Poderia citar como exemplo as cidades de Nice, New Orleans, Torres Vedras, Toronto, Paris e Veneza. O modelo carioca de festejos foi importado dos carnavais parisienses e venezianos. Os olindenses e soteropolitanos criaram uma maneira bem particular de festejar.
O carnaval brasileiro é uma vasta mistura de sons. Temos no rio o samba e o choro. Em Salvador temos o axé, e a batucada. Em Olinda temos o frevo e o maracatu. No Brasil todo, principalmente nas cidades interioranas, temos as marchinhas. Existem ainda inúmeros outros espalhados de norte a sul. Por ser um período onde as pessoas extravasam suas vontades, seus mais íntimos desejos e seus medos, o carnaval é, por excelência, um período de sonhos. Sonhos por um mundo melhor, mais pacífico, mais justo, menos faminto, mais culto, mais livre, menos discriminatório, musicalmente falando um mundo mais uníssono. Dureza foi ver Fat Boy Slim, Daniel, Latino e tantas outras peças, que nada têm a ver com o carnaval de Salvador, em cima do trio elétrico. Dá para notar quanta grana rola. Por falar em dinheiro, para quem gosta do carnaval de Salvador este ano alguns blocos fizeram boas promoçõ
es de abadás. Os blocos mais tradicionais, num cartel, venderam os mais baratos a R$: 800,00 (oitocentos reais), o dia. Realmente de chorar. Absurdamente hilário. Inspirado nesta idéia toda, escrevi uma poesia, que foi apresentada no sarau e que tenho o prazer de apresentar a vocês.
"Sonhos e Sons
Paz, maracatu, samba, amor.
Frevo, saúde, prosperidade, axé.
Marchinhas, sorte, batucada, fé.
Força, quadrilhas, polca, honra.
Maxixe, ordem e progresso, choro.
Basicamente muito choro."
O carnaval, como já foi dito, precede a quaresma. O que poucos sabem é o que ela realmente é. A quaresma é o período litúrgico que o cristianismo (católicos, anglicanos e alguns protestantes), usam para se preparar para a grande festa da páscoa. Durante os 40 dias de duração, os fiéis são “convidados” a estabelecerem penitências, privações e meditações. Começando na quarta-feira de cinzas e findando-se no domingo de ramos os fiéis fazem um esforço para retomar o ritmo e o verdadeiro estilo de vida cristão. A duração da Quaresma está baseada no símbolo do número quarenta na Bíblia. Nesta, fala-se dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou o exílio dos judeus no Egito.
Portanto, depois dos variados pecados, cometidos em excesso no carnaval, surge o penoso e triste período da quaresma. Isso é bem a cara de nossa sociedade atual. Essa antagonia barroca está inerente a quase todos nós. A quaresma também é a época florida das quaresmeiras, belíssima planta do cerrado, largamente encontrada nas Minas Gerais e muito utilizada em paisagismo urbano, devido suas belíssimas flores roxas.
Além de marcar o início da quaresma, para nós brasileiros, o carnaval é o marco real do início das atividades do ano. Até mesmo os alunos que já penam para se adaptar ao fim do maldito horário de verão e enfrentam suas escolas, só vão começar a pegar firme depois do carnaval. Os que já se punham de pé bem cedo para ir ao trabalho, com as caras de zumbi, graças ao horário de verão, só começam a produzir, efetivamente, depois do carnaval. Indubitavelmente o carnaval é o marco inicial do início das atividades normais no Brasil.
Por falar em horário de verão, baseado em dados fornecidos pelo Operador Nacional de Sistema Elétrico (ONS), órgão do governo, a economia que foi de cerca de 3.4%, ficou bem abaixo do previsto pelo Ministério de Minas e Energia que esperava algo em torno de 5%.
Mais um carnaval se passou. Algumas pessoas viajaram. Outros acamparam. Muitos ficaram em casa, curtindo pela televisão a lástima do carnaval carioca e vendo balançar a bunda e os seios nus da globeleza e mais milhares de outras mulheres. Outros, como eu, estudaram. Outros se reuniram em retiros espirituais. Houve muita droga, como sempre. Muito sexo, como sempre. Em novembro, daqui a nove meses, veremos o resultado. Mas, naturalmente, mais um carnaval se passou, para mim, foi meu vigésimo. Aos 25 de fevereiro completei duas décadas de vida.
Se pudesse exprimir de forma bem sucinta e ainda sim, clara e real, diria: “agora começa, efetivamente, aquele longo e produtivo período que separa o carnaval das festas de fim de ano”.
Prossigo com mais uma das minhas poesias apresentadas no sarau Saturnálias Poéticas, realizado no Agosto Butiquim. A poesia faz uma viagem rápida pelo carnaval desde os tempos remotos até os dias de hoje, citando nomes importantes na história do carnaval.
"Nome aos Bois – Homens e Deuses
Saturno, Baco, Dionísio, Isis, Osíris,
Pã, Herta, Pisistrato, Apís, Papa Inocêncio II,
Péricles, Sáceas, Sosígenes, Papa Paulo II,
Júlio César, Augustus, Ducler, Pedro II,
Gregório I - o grande, Carlos V, Gregório XIII,
Marisa Lyra, Chiquinha Gonzaga, Carmem Miranda,
Zé espinguela, Ataulfo Alves, Nair Pequena,
Dodô e Osmar, Olindenses e Capixabas,
João, Maria, Eu e Você..."
Já que estamos utilizando a poesia como recurso ilustrativo, finalizo este texto com mais uma poesia apresentada no sarau, contudo, da autoria de Mena Moreira.
Revisão: Ana Mort
Como vão amigos, caros leitores? Como vocês têm estado?
Venho através desta coluna dar prosseguimento ao meu singelo trabalho aqui no jornal O Rebate. Fevereiro foi um mês cheio para mim, definitivamente. Não produzi nenhum texto, já que me ocupei com vários outros afazeres, dentre os quais, poderia citar o aniversário do meu irmão Horácio, o aniversário de meu irmão Arlog Renato Fernandes, o casamento do meu irmão Pablo, a apresentação musical minha e de minha querida amiga Barbarella Gonçalves, o meu próprio aniversário, os encontros musicais e filosóficos com o grandioso Fabrício Machado, a participação do sarau Saturnálias Poéticas no Agosto Butiquim, um excelente barzinho aqui de Belo Horizonte e, finalmente, as famigeradas festanças carnavalescas. E é justamente sobre este tradicional período que venho escrever. Apresento neste texto um ensaio sobre o carnaval. Ofereço este, a duas importantes pessoas. Uma delas é meu primo e amigo José Nascimento, que hoje completa mais um ano de vida! A outra, é Roana Vita, minha querida cunhada que a partir desta coluna será minha nova revisora. Abraços carinhosos a vocês.
Para começarmos de uma forma poeticamente nostálgica, gostaria de iniciar com uma de minhas poesias apresentadas no sarau de carnaval, citado acima. A poesia remonta a origem do carnaval, segundo alguns historiadores. Deleitem-se!
"Na Grécia antiga...
Barba com barba, seios com seios. Sexo!
Nádegas e coxas com quase tudo. Carne!
Mãos no falo e o falo em quase tudo. Vinho!
Boca nos seios, barba nas coxas e quase tudo pelo carnaval. Baco!"
A poesia remonta a origem do carnaval e a origem do carnaval remonta a história da humanidade, em longevas civilizações. Para alguns historiadores e pesquisadore
s, as raízes históricas do carnaval estão relacionadas aos bacanais gregos. Outros crêem que vem do Egito Antigo dos cultos à deusa Ísis e ao deus Osíris, em que homens e mulheres mascarados expulsavam os demônios da má colheita. Alguns, ainda, acreditam que o carnaval só se inicia efetivamente com a adoção do calendário cristão, contudo, esta ultima versão é pouco aceita entre os especialistas.A origem da palavra carnaval também é um tanto quanto obscura. Alguns defendem que devido aos festejos das Saturnálias, homenagem ao deus Saturno, que alegravam a cidade de Roma, um carro no formato de um navio abria caminho em meio os foliões mascarados que brincavam e dançavam. Para estes, a etimologia vem daí, carrum navalis, que significa carro naval. A tese mais aceita para a origem da palavra carnaval tem origem religiosa. Vem da expressão carne levare, ou seja, afastar a carne, o que seria um período de despedida dos prazeres mundanos e carnais, já que o carnaval antecede o período triste e abstencionista da quaresma.
Divergências históricas à parte, a verdade é que o carnaval é um período importantíssimo dentro da cultura popular brasileira, que mexe com as emoções e alegra este tão sofrido povo. Este período de festejos, que foi recuperado pelo cristianismo, é regido pelo ano lunar e tem como marco oficial de início o dia de reis e como fim a quarta-feira de cinzas.
O Brasil tem forte tradição carnavalesca, mas em vários outros lugares do mundo o carnaval é também muito tradicional e animado. Poderia citar como exemplo as cidades de Nice, New Orleans, Torres Vedras, Toronto, Paris e Veneza. O modelo carioca de festejos foi importado dos carnavais parisienses e venezianos. Os olindenses e soteropolitanos criaram uma maneira bem particular de festejar.
O carnaval brasileiro é uma vasta mistura de sons. Temos no rio o samba e o choro. Em Salvador temos o axé, e a batucada. Em Olinda temos o frevo e o maracatu. No Brasil todo, principalmente nas cidades interioranas, temos as marchinhas. Existem ainda inúmeros outros espalhados de norte a sul. Por ser um período onde as pessoas extravasam suas vontades, seus mais íntimos desejos e seus medos, o carnaval é, por excelência, um período de sonhos. Sonhos por um mundo melhor, mais pacífico, mais justo, menos faminto, mais culto, mais livre, menos discriminatório, musicalmente falando um mundo mais uníssono. Dureza foi ver Fat Boy Slim, Daniel, Latino e tantas outras peças, que nada têm a ver com o carnaval de Salvador, em cima do trio elétrico. Dá para notar quanta grana rola. Por falar em dinheiro, para quem gosta do carnaval de Salvador este ano alguns blocos fizeram boas promoçõ
es de abadás. Os blocos mais tradicionais, num cartel, venderam os mais baratos a R$: 800,00 (oitocentos reais), o dia. Realmente de chorar. Absurdamente hilário. Inspirado nesta idéia toda, escrevi uma poesia, que foi apresentada no sarau e que tenho o prazer de apresentar a vocês."Sonhos e Sons
Paz, maracatu, samba, amor.
Frevo, saúde, prosperidade, axé.
Marchinhas, sorte, batucada, fé.
Força, quadrilhas, polca, honra.
Maxixe, ordem e progresso, choro.
Basicamente muito choro."
O carnaval, como já foi dito, precede a quaresma. O que poucos sabem é o que ela realmente é. A quaresma é o período litúrgico que o cristianismo (católicos, anglicanos e alguns protestantes), usam para se preparar para a grande festa da páscoa. Durante os 40 dias de duração, os fiéis são “convidados” a estabelecerem penitências, privações e meditações. Começando na quarta-feira de cinzas e findando-se no domingo de ramos os fiéis fazem um esforço para retomar o ritmo e o verdadeiro estilo de vida cristão. A duração da Quaresma está baseada no símbolo do número quarenta na Bíblia. Nesta, fala-se dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou o exílio dos judeus no Egito.
Portanto, depois dos variados pecados, cometidos em excesso no carnaval, surge o penoso e triste período da quaresma. Isso é bem a cara de nossa sociedade atual. Essa antagonia barroca está inerente a quase todos nós. A quaresma também é a época florida das quaresmeiras, belíssima planta do cerrado, largamente encontrada nas Minas Gerais e muito utilizada em paisagismo urbano, devido suas belíssimas flores roxas.
Além de marcar o início da quaresma, para nós brasileiros, o carnaval é o marco real do início das atividades do ano. Até mesmo os alunos que já penam para se adaptar ao fim do maldito horário de verão e enfrentam suas escolas, só vão começar a pegar firme depois do carnaval. Os que já se punham de pé bem cedo para ir ao trabalho, com as caras de zumbi, graças ao horário de verão, só começam a produzir, efetivamente, depois do carnaval. Indubitavelmente o carnaval é o marco inicial do início das atividades normais no Brasil.
Por falar em horário de verão, baseado em dados fornecidos pelo Operador Nacional de Sistema Elétrico (ONS), órgão do governo, a economia que foi de cerca de 3.4%, ficou bem abaixo do previsto pelo Ministério de Minas e Energia que esperava algo em torno de 5%.
Mais um carnaval se passou. Algumas pessoas viajaram. Outros acamparam. Muitos ficaram em casa, curtindo pela televisão a lástima do carnaval carioca e vendo balançar a bunda e os seios nus da globeleza e mais milhares de outras mulheres. Outros, como eu, estudaram. Outros se reuniram em retiros espirituais. Houve muita droga, como sempre. Muito sexo, como sempre. Em novembro, daqui a nove meses, veremos o resultado. Mas, naturalmente, mais um carnaval se passou, para mim, foi meu vigésimo. Aos 25 de fevereiro completei duas décadas de vida.
Se pudesse exprimir de forma bem sucinta e ainda sim, clara e real, diria: “agora começa, efetivamente, aquele longo e produtivo período que separa o carnaval das festas de fim de ano”.
Prossigo com mais uma das minhas poesias apresentadas no sarau Saturnálias Poéticas, realizado no Agosto Butiquim. A poesia faz uma viagem rápida pelo carnaval desde os tempos remotos até os dias de hoje, citando nomes importantes na história do carnaval.
"Nome aos Bois – Homens e Deuses
Saturno, Baco, Dionísio, Isis, Osíris,
Pã, Herta, Pisistrato, Apís, Papa Inocêncio II,
Péricles, Sáceas, Sosígenes, Papa Paulo II,
Júlio César, Augustus, Ducler, Pedro II,
Gregório I - o grande, Carlos V, Gregório XIII,
Marisa Lyra, Chiquinha Gonzaga, Carmem Miranda,
Zé espinguela, Ataulfo Alves, Nair Pequena,
Dodô e Osmar, Olindenses e Capixabas,
João, Maria, Eu e Você..."
Já que estamos utilizando a poesia como recurso ilustrativo, finalizo este texto com mais uma poesia apresentada no sarau, contudo, da autoria de Mena Moreira.
No carnaval,
Quero tirar a máscara
Me despir da fantasia de palhaço
Que exibo o ano inteiro!
Quero, de cara limpa,
Cair na folia
Viver a alegria
Dos três dias!
Quero esquecer que sou palhaço
De uma sociedade massificada
De valores deturpados
Verdades mascaradas
Sentimentos massacrados
Pessoas manuseadas...
No carnaval!?
...Quero esquecer tudo isso...
Me abrir em sorriso
Afinal, pelo menos três dias,
Ser feliz é preciso!..."
Revisão: Ana Mort
Belo Horizonte, 6 de março de 2007.


8 Comentários:
Espero que tenham gostado. Deixem seus comentários registrados aqui, caso desejem. Critiquem, congratulem, concordem ou não, o espaço é de vocês.
Para maiores informações, dúvidas, ou mais poesias, entrem em contato.
msn: bettofernandes@hotmail.com
orkut: Betto Fernandes
email: bettofernandes@gmail.com
Grato.
Betto Fernandes
Por
Betto Fernandes, Ã s 12:55 PM
Parabens, gostei do jeito que voce abordou o tema "carnaval" e a influencia sobre a sociedade brasileira.
Otima coluna
Por
Andre (batousai), Ã s 5:58 PM
parabens caro beto
uma bela junção de ideias...mostrou bem o verdadeiro carnaval, alem de trazer todo o conteudo historico de tal festa
parabens cara
Por
Thiago, Ã s 12:40 AM
Caro amigo Betto, mais um texto extremamente interessante, apesar de nao gostar de carnaval, o tema q foi abordado e excelente, como ja disse antes e volto a dizer, vc tem um talento imenso.
Concordo plenamente, mesmo nao gostando de carnaval, Fat Boy Slim e Daniel realmente nao tem nada a ver com essa festa Aqui no Brasil.
Mas parabens mesmo pelo sua Coluna e q vc continue nos Agraciando com eles. Abraços
Por
Paulo Emmanuel, Ã s 12:57 AM
Mr Betto Fernandes como sempre arrebentando com seus textos de extrema qualidade...
gostei do tema abordado... msm que gosto do carnaval apenas por causa das folgas q rolam... rsrs...
como ja até lhe falei... assim voce vai longe velho... continue expondo este enorme talento que possui!!!
Parabens e vlw por tudo!!!
Por
Celso, Ã s 1:58 AM
Betooo
Parabéns cara pela matéria
ficou um texto bacana de ler, bacana de entender, um texto muito bem trabalho, muito cheio de idéias. E velho com esse texto aprendi muitas coisas que eu nunk esperava aprender.
Parabéns meu Brother.
Sucesso pra ti
ABRAÇOS
Por
HENRIQUE, Ã s 3:22 AM
Você falou deste tal Agosto Butiquim... É um bar lá no Prado? Disseram-me que é muito bacana.
Aliás o texto tá muito bom. Roberto escreve muito bem.
Parabéns
Por
Lucas, Ã s 2:03 PM
Lindo texto! Gostei da genialidade da pesquisa histórica através da poesia!
Abraços,
Marisa.
Por
Marisa Zanirato, Ã s 3:07 PM
Postar um comentário
<< Home